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quarta-feira, 1 de março de 2017
sábado, 7 de abril de 2012
ethos midiáticos: Leis da demanda e da oferta, suas curvas e significado econômico da situação de equilíbrio de um determinado produto
João Canza
1.
Lei da Demanda - é uma relação inversamente
proporcional entre a quantidade e o preço do bem, coeteris paribus. Essa
relação pode ser representada por uma escala de procura, curva de procura ou função demanda. A curva de procura inclina-se de cima para baixo, nos sentidos da
esquerda para a direita, refletindo o fato de que a quantidade procurada de
determinado produto varia inversamente com relação a seu preço. Ela é
negativamente inclinada devido ao efeito conjunto de dois fatores: o efeito
substituição e o efeito renda.
2.
Lei da Oferta - diferentemente da função demanda, a
lei da oferta é uma correlação direta entre quantidade ofertada e nível de
preços, coeteris paribus. A
oferta refere-se à escala (ou toda curva), enquanto a quantidade ofertada diz
respeito a um ponto específico da curva
de oferta. Assim, um aumento no preço do bem provoca um aumento da
quantidade ofertada, enquanto uma alteração nas outras variáveis desloca a
oferta. Por exemplo:
Um
aumento no custo das matérias-primas provoca uma queda na oferta: Mantendo o
mesmo preço, as empresas são obrigadas a diminuir a produção. Por outro lado,
uma diminuição no preço dos insumos, melhoria tecnológica em sua utilização, um
aumento no número de empresas no mercado, conduz a um aumento da oferta.
3.
Equilíbrio de Mercado – A interação das curvas de demanda
e de oferta determina o preço e a quantidade de equilíbrio de um bem ou serviço
em um dado mercado. Define-se como preço de equilíbrio aquele no qual a
quantidade de uma mercadoria, que os consumidores estão dispostos a comprar, é exatamente
igual à quantidade que os produtores estão dispostos a oferecer.
Conseqüências
de um tabelamento feito pelo governo, com a fixação do preço abaixo do nível de
equilíbrio, e porque os tabelamentos costumam surtir efeito em curto prazo e
não em médio prazo
1.
Conseqüências de um tabelamento
·
Aumento
da procura da mercadoria;
·
Redução
da oferta da mercadoria no mercado;
·
O
desencorajamento da produção da mercadoria etc.
Porém,
é precisamente o contrário o que os controladores governamentais a princípio
pretendem com a fixação do preço abaixo do equilíbrio: É das próprias
mercadorias, selecionadas para o tabelamento, que os controladores mais desejam
manter abundante oferta.
2.
Porque os tabelamentos costumam
surtir efeito em curto prazo e não em médio prazo?
Quando
os preços são arbitrariamente contidos por imposição governamental, a procura
sobrepõe cronicamente a oferta. Ou seja, o racionamento de cada produto,
tornando-se ele escasso, exerce pressão cada vez maior sobre os produtos
não-racionados existentes. Portanto se o governo procura impedir a falta de uma
mercadoria, reduzindo também os preços de mão-de-obra, de matéria-prima e de
outros fatores que participam do custo da produção, cria, por sua vez, escassez
de todos esses elementos. Daí, os tabelamentos surtirem efeito em curto prazo.
Conseqüências em um mercado, onde empresários de um
mesmo setor decidam praticar preços abusivos de um mesmo produto.
·
Subida
do nível de vida;
·
Inflação;
·
Retração
da produção etc.
Com isso, o nível da demanda
permanece o mesmo, mas os custos de certos fatores importantes aumentam. Ocorre
uma retenção da produção, deslocando a curva da oferta do produto para trás,
provocando assim, um aumento dos preços de mercado.
Trabalho-02: Fundamentos de Economia, Curso
de Publicidade e Propaganda, Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Fundamentos de Economia - Fatores de produção, suas características e prioridades das necessidades humanas
fundamentos de economia, fatores de produçãofundamentos de economia, fatores de produção
João Canza
1. Fatores de produção
Fatores de produção é um conceito da literatura econômica, cujo objetivo de estudo busca possibilidades geradoras de bens de consumo úteis às sociedades, dentro de uma perspectiva de escassez de recursos produtivos. Isto é - como alocar recursos produtivos limitados, de forma a atender ao máximo às necessidades ilimitadas da coletividade.
2. Características
Os fatores produtivos ou recursos produtivos possuem características limitadas. Já as necessidades humanas são de características ilimitadas. Portanto, é da escassez dos recursos ou fatores de produção, associada às necessidades ilimitadas do homem, que surgem os problemas econômicos fundamentais.
3. Prioridade das necessidades humanas
Alimentação, moradia e vestuário, representam as necessidades básicas prioritárias da sociedade. Os instrumentos fornecidos pela Ciência Econômica (princípios, teorias, modelos), oferecem elementos preponderantes à gestão de recursos, produção e distribuição de forma eficiente e sustentada quanto possível, à sociedade. Isso implica que no processo produtivo toda decisão econômica deverá ser, sempre, uma “escolha decorrente de um juízo de valor”.
4. Três questões fundamentais da Ciência Econômicas
O quê e quanto produzir? Como produzir? Para quem produzir? São as três questões fundamentais da Economia. Elas dão luz ao conceito entendido como problema econômico fundamental, e advém das necessidades ilimitadas do homem, face as escassez dos recursos ou fatores de produção.
a. O quê e quanto produzir: reflete a necessidade da sociedade escolher, quais produtos e respectivas quantidades devem ser produzidos, diante de várias possibilidades. Aqui o fator “prioridade” é o seu juízo de valor.
b. Como produzir: reflete a escolha de recursos de produção utilizados para a produção de bens e serviços, em função do nível tecnológico existente. Com base em métodos mais eficientes a concorrência viabiliza o processo de produção, visando o menor custo de produção possível. Aqui o foco contra á “especulação” representa o juízo de valor.
c. Para quem produzir: reflete a contribuição da sociedade na tomada de decisões, quanto á distribuição dos resultados de produção. Seu juízo de valor prende-se no combate a “desigualdade” social.
Trabalho-01: Fundamentos de Economia, Curso de Publicidade e Propaganda, Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Exercícios e Técnicas de Comunicação Eficientes
João Canza
1. Busque a sua qualidade pessoal. “aqueles que dizem que uma coisa não deve ser feita, devem ceder lugar para aqueles que estão fazendo”
2. Prepare sua empregabilidade. A cada cinco anos duplica-se todo o volume de informações. Não se limita a assistir as coisas acontecendo, entre no jogo.
3. A PNL (Programação Neurolinguístico) é o manual de operações de nossa mente. Qualquer pessoa pode assumir maior controle de sua vida e melhorar a comunicação.
4. O propósito da PNL é modelar as boas práticas das pessoas eficazes, torná-las conscientes e ensináveis às pessoas interessadas.
5. Liberdade! Desapegar dos medos que geram orgulho e arrogância, admitir ignorância e abraçar o fracasso para perceber melhor a realidade.
6. Mudanças de paradigmas. Fé para agir e intuição para decidir sem informações ou dados suficientes. “o ato verdadeiro da descoberta, não consiste em descobrir novos territórios, mas sim vê-los com novos olhos”
7. Chaves para o sucesso no novo paradigma: Kaizen; retorno à arte e retorno ao espírito.
Atenção: A complexidade de um método não representa eficiência. Se você puder mudar ou silenciar o discurso da sua voz autocrítica o suficiente para praticar e experimentar sem compromissos as premissas e habilidades aqui descritas poderá surpreender-se agradavelmente, como essas técnicas enriquecerão sua capacidade.
Chung, Tom: Qualidade Começa em Mim. São Paulo: Novo Século, 2005. Resenha
tecnicas de comunicação eficientesdomingo, 18 de março de 2012
Teorias psicológicas no marketing
Parte 01
João Canza
Premissa
Segundo Freud, a personalidade possui três instâncias psíquicas responsáveis pelo comportamento: “o id, fonte da energia psíquica dos impulsos primitivos, o ego, regulador dos impulsos selvagens do id ligados ao princípio da realidade, e o superego, aquém cabe a representação interna das proibições sociais”, e propôs que “a base da personalidade se forma durante a infância, até os cinco anos”.
Segundo Freud, a personalidade possui três instâncias psíquicas responsáveis pelo comportamento: “o id, fonte da energia psíquica dos impulsos primitivos, o ego, regulador dos impulsos selvagens do id ligados ao princípio da realidade, e o superego, aquém cabe a representação interna das proibições sociais”, e propôs que “a base da personalidade se forma durante a infância, até os cinco anos”.
Erik Erickson por sua vez, propôs que: “a personalidade evolui durante toda vida, e não é determinada unicamente pela infância”. Ele conclui que “existem oito fases no desenvolvimento da personalidade, nos quais ocorrem sentimentos antagônicos ou ambíguos, desde o nascimento até a velhice”
Contribuição
A contribuição de Freud ao comportamento de compras se relaciona com a formação da personalidade e o estudo das motivações humanas, do qual se conclui que: (1)as forças psicológicas reais que moldam o comportamento das pessoas são altamente inconscientes; (2) o indivíduo não pode entender plenamente suas próprias motivações; (3) existe uma dimensão simbólica da compra. Esse conceito é amplamente explorado pelos profissionais de marketing.
Ainda segundo as teorias de Freud, um produto ou serviço é comprado pelo que ele faz e pelo que representa, sendo seguro que certos objetos satisfazem a determinadas instâncias psíquicas do que outras, assim como, a satisfação desses desejos pode entrar em conflito com esta ou aquela entidade. Assim, os profissionais de marketing podem analisar as necessidades de produtos e apelos da comunicação mais efetivos para cada uma das oito fases propostas por Erik Erikson.
Benefícios para o marketing
1. Análise, em termos de personalidade e de estruturação psíquica, de que componentes e traços do produto teriam maior aceitação.
2. Entendimento dos apelos mais favoráveis em relação à comunicação e principalmente à propaganda, de acordo com as fases e a personalidade.
3. No desenvolvimento de novos produtos, pode-se definir que características irão satisfazer os clientes, de acordo com as características psicológicas associadas a um dos três estágios da personalidade.
4. Segmentação por ciclo de vida e no entendimento do comportamento de compra em cada um dos ciclos.
Freud e Erik Erikson fazem parte dos autores mais consultados no estudo do comportamento de compra, no que se refere às teorias psicológicas.
Journal of Business, Oct.1959, p. 340-369.teorias psicológicas no marketing
sexta-feira, 9 de março de 2012
Benefícios da Programação Neurolinguística (PNL) na Qualidade da Comunicação no Paradigma Atual
João Canza
Atualmente percebe-se que as exigências da vida são outras e, ainda pouco conhecidas. Sentimos a vida moral ameaçada e a vida intelectual desafiada pela desintegração dos antigos valores, costumes e crenças. Entretanto, graças a moderna tecnologia, hoje fazemos parte de um mundo físico mais integrado. No entanto, as mudanças estão muito rápidas, o volume informacional está cada vez maior, complexo e díspar.
Aprender a desaprender rapidamente os velhos hábitos (crenças limitantes, pressupostos improdutivos), para dar lugar a novos conhecimentos é fundamental. A PNL é um instrumento eficaz de aprender como aprender com rapidez.
Poucos percebem a organização empresarial em termos de organismo dinâmico. Isto é, vivos, interagindo interna e externamente com o meio ambiente. Com essa ausência de percepção perde-se o senso do propósito e da competência à longo prazo. Isso tem gerando fragmentos de homens, confusos, amedrontados, estressados, ansiosos e incongruentes.
É fundamental despertar nossos recursos e potenciais ainda adormecidos. Despertar os poderes de comunicação e de liderança da própria vida e buscar uma sadia unidade (alinhamento entre espírito mente e corpo). A PNL possui técnicas que permite melhorar nosso desempenho, aprimorando passo a passo a capacidade de raciocínio e de comunicação.
Compreendemos que a vida tem relação com crescimento; sucesso tem relação com aquisição de conhecimentos e habilidades necessárias para viver com maior plenitude e eficácia. Assim como
o prazer e a exuberância que sentimos, representam a disposição que temos de assumir riscos e da abertura para mudanças na nossa vida.
4. Evitar manipulações comportamentais e lingüísticas.
O ser humano incorpora e registra informações através dos seus cinco canais sensoriais (visão, audição, tato, olfato e paladar), com o qual forma uma representação, uma impressão do mundo exterior. Porém, essa impressão e/ou representação podem ser limitantes, em função de suas crenças e paradigmas.
A PNL possui referências simples e eficazes, podendo ser organizadas e exteriorizadas para gerar novas mudanças e recursos poderosos tanto para a pessoa como para os que a rodeiam. O valor destes recursos está na habilidade de proporcionar ao seu usuário, cliente ou interlocutor, escolhas eficazes e formas flexíveis de comportamento em áreas que incluem motivação, desempenho, tomada de decisão, aprendizado, comunicação, criatividade e controle emocional.
“Enquanto não ocorrem mudanças significativas na base da programação de
pensamentos das pessoas, elas não conseguirão alcançar qualquer melhoria
significativa”
J.S.Mill
Para compreender qualquer informação ou proposta nova, é preciso passar por certos processos e preencher certas condições prévias. Ou seja, é necessário ter uma percepção real da sua situação e dos desafios do momento. Portanto, o pré-requisito fundamental é, ter uma atitude de humildade intelectual. Pois, quanto menos preconceito tiver diante de um assunto e quanto mais à vontade a pessoa sentir-se em relação a não saber, maior será sua capacidade de compreender e aprender. A PNL ensina técnicas básicas para compreensão e crescimento interior.
As crenças determinam o ”por quê?”, motivo de você praticar uma determinada ação. Segundo especialistas, é a melhor intenção que está por trás do comportamento humano. Elas são mais opiniões que fatos. Porém, são elementos poderosos que abrem ou fecham nosso filtro mental de eliminação (processo mental pelo qual, eliminamos dados que não acreditamos serem relevantes). Pois, quando acreditamos em algo, percebê-lo melhor, que, quando não acreditamos. Portanto, a qualidade para uma boa percepção é “crer para ver” e não “ver para crer”.
Uma boa experiência de vida pode eliminar crenças limitantes. Crenças são como botões de “liga-desliga” de nossa capacidade. Segundo Dr.Chung, Henry Ford dizia: “se você acreditar que consegue ou que não consegue, em ambos os casos você está absolutamente certo”. Pois, depende do ponto de vista, ou seja, do filtro mental (generalizações, eliminações e distorções) de cada individuo. No entanto, a PNL proporciona técnicas de treinamentos que auxiliam o individuo perceber a relatividade das crenças, visando uma qualidade de vida mais equilibrada emocionalmente.
Conclusão: A PNL oferece procedimentos específicos e eficazes no campo da educação, treinamento, administração e terapia. Ela está alicerçada nas disciplinas: lingüísticas transformacional, cibernética relacional e neurofisiologia. É um método que estuda o impacto da comunicação verbal e não-verbal sobre a nossa realidade intrapessoal e na qualidade da nossa comunicação e desempenho interpessoal.
Chung, Tom: Qualidade Começa em Mim. São Paulo: Novo Século, 2005.
quinta-feira, 1 de março de 2012
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Os Olimpianos
João Canza
Os olimpianos “celebridades” termo usado pelo sociólogo francês Edgar Morin, ao analisar a indústria cultural onipresente na mídia contemporânea, cujas características “o distinguem dos demais mortais”.
Os olimpianos visam acima de tudo, induzir o consumo em grande escala, da cultura de massa. Símbolo (sobre humano) da grande mídia, eles ditam normas de consumo e servem de modelo de vida a seguir pelo público consumidor. O culto aos olimpianos nasce do imaginário, dos papéis assumidos por eles na ficção, da posição que eles ocupam em função de algum trabalho ou de algum feito heróico. Eles se tornam modelos de vida, mitos de auto-realização da vida privada, e se beneficiam com isso. Em razão disso, tudo que gira em torno dos “deuses do Olimpio” é considerado fato relevante para ser levado ao conhecimento público.
Os olimpianos realizam tudo aquilo que os mortais desejam fazer. A eficácia com que o espetáculo cinematográfico beneficia as estrelas faz com que elas se tornem os grandes modelos que trazem a cultura de massa para a população, substituindo com isso os modelos antigos, como pais e professores. A maneira como os olimpianos agem, as palavras, gestos, penteados, as relações amorosas, são assimiladas pelos expectadores. Eles sofrem do complexo de Peter Pan, pois querem estar sempre jovens e bonitos. Com isso, a publicidade se utiliza das estrelas como modelo de perfeição e converte-os em melhores garotos propaganda da mídia.
As estrelas dominam a cultura de massa, e com ela, se comunica com a humanidade. O mundo da projeção (ato através do qual um sujeito une e localiza um fato psicológico interno a algo exterior) e da identificação (ato através do qual o sujeito tende a identificar-se com algo que lhe é externo, sejam pessoas ou coisas), com o real faz com que a circulação entre a divindade e o ser humano dos deuses do Olimpio seja permanente. Assim, as estrelas vivem uma vida de luxo, amor, sedução, e passam a imagem da “verdadeira felicidade”. Os olimpianos estão presentes em todos os setores da cultura de massa.
“No encontro do ímpeto do imaginário para o real e do real para o imaginário, situam-se as vedetes da grande imprensa, os ‘olimpianos’ modernos”. Tendência forte e especial da cultura de massa o “olimpianismo”, ou seja, a promoção de indivíduos a heróis, vedetes, um misto de humano e sobre-humano. Conforme os termos de Morin, os “olimpianos são sobre-humanos no papel que eles encarnam, humanos na existência privada que eles levam. A imprensa de massa, ao mesmo tempo que investe os olimpianos de um papel mitológico, mergulha em suas vidas privadas a fim de extrair delas a substância humana que permite a identificação”. Isso faz, com que a relação existente entre eles e o público consumidor seja mais intensa.
A cultura de massa produz seus heróis, seus semideuses e se fundamenta no espetáculo e na estética.
Morin, Edgar: Os olimpianos,1997.
domingo, 22 de maio de 2011
Noção da Indústria Cultural, Desenvolvida pelos Intelectuais da Escola de Frankfurt
João Canza
O conceito de Indústria Cultural foi criado por Theodor Adorno (1903-1969) e Max Horkheimer (1895-1973). Ambos membros de um grupo de filósofos conhecido como Escola de Frankfurt. [Adorno e Horkheimer definiram a conversão da cultura de massa em mercadoria semelhante a qualquer indústria baseada nos princípios da lucratividade].
Para Adorno, “a indústria cultural ao aspirar à integração vertical de seus consumidores, não só adapta seus produtos ao consumo de massa, como determina o próprio consumo”. Assim o progresso tecnológico, converteu a indústria cultural num poderoso instrumento para conter o desenvolvimento da consciência das massas. Pois segundo ele, “indústria cultural impede a formação de indivíduos autônomos, independentes, capazes de julgar e decidir conscientemente”
Ao contrário de Adorno e Horkheimer, Marshall McLuhan (1911-1980) via a atuação dos mdcm de maneira otimista. M.McLuhan, concluiu que “a televisão aproxima os homens, diminui distâncias territoriais, sociais e transforma o mundo numa espécie de aldeia global".
Walter Benjamin (1886-1940) por sua vez, havia afirmado que “a revolução tecnológica do final do século XIX e início do século XX, propiciou mudanças na percepção e na assimilação do público consumidor”. Como exemplo, citou a possibilidade de reprodução técnica das obras de arte, que segundo ele, “retirou delas o seu caráter único e mágico”.
(...) o impacto que a indústria cultural moderna pode provocar no público consumidor não é necessariamente negativo, contribui para a emancipação desse público consumidor e para a melhoria da sociedade como um todo, pois “amplia o horizonte de conhecimentos do indivíduo”.
TOMAZI, Nelson Dácio. Iniciação à sociologia. Cultura de Massa. São Paulo: Atual, 1993. p. 195-7.
Citações em Textos Acadêmicos
João Canza
O uso de citações na produção de textos académicos é necessário, pois apoia uma hipótese, sustenta uma idéia ou ilustra um raciocínio. Sua função é oferecer ao leitor o respaldo necessário para que ele possa comprovar a veracidade das informações fornecidas e possibilitar o seu aprofundamento.
Ressalva-se que a referência bibliográfica, isto é, os dados que identificam uma publicação citada, tais como autor, título, local, editora ou data, deve aparecer no final do trabalho sob o título de Referências, pois desta maneira o leitor poderá identificar a obra e, assim, facilitar sua localização em catálogos, índices bibliográficos, bibliotecas, Internet, entre outros locais.
É a transcrição das idéias do autor consultado, porém usando as suas palavras, ou seja, parafraseando. A idéia expressa continua sendo de autoria do autor que você consultou, por isso, é necessário citar a fonte.
Resumo Baseado na Disciplina de Metodologia Cientifica: Curso de Graduação; Comunicação Social, Publicidade e Propaganda; Aula 1 e 2
Importância da Aplicação das Diferentes Técnicas de Estudo na Leitura e na Produção Textual
João Canza
Introdução
A leitura é a base de toda produção cientifica. A leitura solidifica o estilo, amplia o conhecimento, muda comportamentos e ajuda na articulação lingüística. Por outro lado, cabe registrar que às técnicas de produção textual são ferramentas muito importantes para elaboração de trabalhos de pesquisa científica. Tais instrumentos visam a facilitar a organização do conhecimento adquirido, favorecendo o estudo, tornando a leitura mais eficiente e eficaz.
Leitura
A leitura insere o ser humano em um vasto mundo de conhecimentos, propiciando a obtenção de informações em relação a qualquer contexto e área do saber.
Sob tal enfoque, urge compreender que a técnica da leitura garante um estudo eficiente, quando aplicada qualitativamente. Nesse contexto, cabe registrar que em sua grande maioria, o produtor de texto técnico-científico fracassa porque sua leitura não é eficiente. Por essa razão, busca-se, a necessidade de desenvolvimento de hábitos de estudo, com prioridade para técnicas de leitura.
Nesse sentido, antes de se iniciar no estudo de um texto ou obra o leitor deve compreender quais são seus objetivos. Deve-se perguntar que informação terá que encontrar e por que encontrá-la e quando encontrar, qual uso fará dessa informação.
Produção Textual
Selecionar, organizar e registrar informações que no futuro servirão como material organizado para consulta e fonte para estudos posteriores, pode ser definido como uma técnica de produção textual.
Exemplo: O fichamento é uma maneira excelente de manter um registro de tudo que se lê. Após a confecção de um bom fichamento de um texto, ou livro, nunca mais será preciso recorrer ao original novamente, o que trará ganho de tempo. Pois, facilita a execução dos trabalhos acadêmicos e a assimilação dos conteúdos estudados.
Resumo Baseado na Disciplina de Metodologia Cientifica: Curso de Graduação; Comunicação Social, Publicidade e Propaganda; Aula 1 e 2
Normas de Organização de Lista de Referências
João Canza
INTRODUÇÃO
Lista de referências é o conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento. Toda pesquisa começa com uma pesquisa bibliográfica em que são observadas referências teóricas em documentos que podem ser livros, artigos, ou trabalhos de conclusão de curso. Assim, ao final de qualquer trabalho, as obras citadas e consultadas para elaboração dos trabalhos acadêmicos devem ser organizadas na forma de lista de referências e apresentada no formato orientado pela ABNT.
ORGANIZAÇÃO
A lista de referencias deve ser constituída de elementos essenciais (autor, título, edição, local, editora e data da publicação) e, quando necessário, acrescida de elementos complementares (coleção, série, número do ISBN, número de páginas, edição exclusiva para assinantes, inclui algum brinde, etc.), alinhadas à margem esquerda do texto de forma a se identificar individualmente cada documento, em espaço simples, separadas entre si por espaço duplo.
AUTOR
1.1. Os autores são indicados pelo último sobrenome, escrito em caixa alta seguido dos nomes, por extenso ou abreviados, separado do nome por vírgula. Na hipótese de obra escrita por três autores todos devem ser mencionados na mesma ordem em que aparecem na publicação. Havendo mais de três autores, somente o primeiro deve ser indicado, seguido da expressão et al. Em autoria coletiva são indicados os nomes dos responsáveis, seguido da abreviatura da palavra que caracteriza a responsabilidade, entre parênteses. Exemplo: editor (Ed.), coordenador (coord.), organizador (Org.), compilador (Comp.).
1.2. Sobrenomes que indicam parentesco acompanham o último sobrenome. Sobrenomes compostos, a entrada é feita por expressão composta. Sobrenomes ligados por hífen e com prefixo devem ser transcritos por extenso. Autoria desconhecida inicia-se pela primeira palavra do título em caixa alta. Se a palavra for precedida por um artigo, este também deve ser escrito em caixa alta. Os documentos de responsabilidade de entidades têm entrada pelo nome delas, escrita por extenso e em caixa alta.
1.3. Em publicações técnicas e administrativas, é indicado o nome da entidade. No caso de entidades governamentais, como órgãos da administração direta (Ministérios, secretarias), indica-se o nome geográfico antes do nome da entidade.
No caso em que foram usadas várias fontes do mesmo autor, estes podem ser substituídos por um traço equivalente a seis toques seguido de um ponto (______.), nas referências subseqüentes.
TÍTULO
O título deve ter destaque gráfico, em negrito, itálico ou sublinhado. A primeira palavra deve ser iniciada com letra maiúscula e escrita na forma em que se apresenta no documento. Os subtítulos, ou informações apresentadas em seguida ao título visando complementá-lo devem ser precedidos por dois pontos e não recebem destaque gráfico.
Quando há tradutor, atualizador, revisor, ilustrador entre outros deve ser mencionado logo após o título.
As referências em meios eletrônicos seguem o modelo de referências bibliográficas, acrescentando-se informações relativas à descrição física do meio ou suporte utilizado.
Para as obras consultadas online são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre <brackets>, precedido da expressão, “disponível em:”
A data de acesso ao documento, precedido da expressão: “acesso:” deve conter o dia, o mês abreviado e o ano (04 abr 2010.).
Resumo Baseado na Disciplina de Metodologia Cientifica: Curso de Graduação; Comunicação Social, Publicidade e Propaganda; Aula 6 e 7
Ethos / Mediatização
João Canza
O ethos midiatizado é um capitulo de um livro do autor Muniz Sodré “Antropologia do Espelho: uma teoria da comunicação linear e em rede”. Um texto de linguagem complexa, porém, muito interessante. Pois fala da nova forma de viver, do homem contemporâneo.
Ethos
Na Sociologia, ethos é uma espécie de síntese dos costumes de um povo. O termo indica, de maneira geral, os traços característicos de um grupo (identidade social), do ponto de vista social e cultural, que o diferencia de outros. A palavra ethos tem origem grega e significa valores, ética, hábitos e harmonia. É o "conjunto de hábitos e costumes que visam o bem comum de determinada comunidade".
Mediatização/Midiatizado
Mediatização é fenómeno típico das sociedades de massa caracterizada por motivações de consumo, como consequência da evolução dos modos de produção da cultura de massa ou industrial cultural. Mediatizar resulta da evolução do verbo mediar, do latim (mediare).
Fonte: Wikipedia
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